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O tabelião Antônio Guedes de Brito,
fundador da Casa da Ponte, era família de origem portuguesa (Conde da Ponte),
recebeu o título de Mestre-de-Campo e Regente do São Francisco. Senhor de
grande fortuna, somada a uma imensa sesmaria de 160 léguas, que compreendia
terras desde o rio Itapicurú, entre este e o Jacuípe, seguindo em direção oeste
ao encontro do rio São Francisco, descendo toda sua margem direita até a
nascente do Rio das Velhas, em Minas Gerais. Na segunda metade do século XVII,
Guedes de Brito tinha em Jacobina grandes currais, tornando-se o segundo maior
latifundiário da Bahia, superado apenas por Garcia d' Ávila (Conde da Torre).
Segundo Matta 2013, as rotas da Casa da Ponte começavam geralmente em Cachoeira, às margens do paraguaçu, e seguiam para Morro do chapéu, de lá para Irecê, Jacobina, na busca pelo rio São Francisco. Baseado nessa afirmação podemos inferir que a região estudada abrigou os currais da Casa da Ponte, o Morgado dos Guedes de Brito.

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