http://www.jornalgrandebahia.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Am%C3%A9lia-Rodrigues-3.jpg
Seu território
pertencia à sesmaria dos irmãos Luiz Vaz e Manoel Nunes Paiva, doada em 1609
pelo Governador do Brasil, Dom Diogo de Menezes. Transferida por testamento ao
Mosteiro de São Bento da Cidade do Salvador, em 1622, nela os beneditinos
construíram o engenho ″São Bento de Inhatá″, primeiro ponto povoado da
região.Em 1702, no local da sede municipal, mais tarde denominado Marucá,
edificou-se a capela de Nossa Senhora da Lapa, formando-se o povoado
"Lapa", que teve seu desenvolvimento em função da cultura da
cana-de-açúcar.
O arraial passou
à sede de distrito em 1936, integrando o Município de Santo Amaro. Em 1944,
teve seu nome mudado para Traripe, e em 1961 para Amélia Rodrigues, em
homenagem à educadora e poetisa ali nascida.
O arraial da
Lapa se formou como entreposto comercial, parada obrigatória dos tropeiros da
Casa da Ponte (como ficou conhecido o morgado dos Guedes de Brito) que
conduziam as boiadas, supriam os engenhos de cereais e transportavam o açucar
para o sertão. Pela Lei Estadual nº 146, de 1º de dezembro de 1936, o arraial
da Lapa alcançou mais um grau na escala do desenvolvimento, sendo elevado à
categoria de distrito. O Decreto Estadual nº 12.978, de 1º de junho de 1944,
mudou sua denominação para Traripe, numa alusão ao rio que corta as terras da
antiga Vila da Lapa. E numa homenagem à educadora Amélia Augusta do
Sacramento Rodrigues, o município foi desmembrado de Santo Amaro da
Purificação, em 20 de outubro de 1961, pela Lei Estadual nº 1.533, com o nome
de Amélia Rodrigues.
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Conhecendo um pouco da história de município de Amélia Rodrigues
ResponderExcluirQue bom Luciana que este trabalho pode lhe proporcionar a aquisição de novos conhecimentos. Confesso que também não conhecia parte das histórias que foram aqui contadas. Aprender é sempre bom, espero que tenha gostado dos demais tópicos do blog.
ResponderExcluirOi Fer!
ResponderExcluirFoi longe, buscar sua origem, reviver seu passado e de seus ancestras. Muita coisa linda saiu desta busca. Parabéns!
Realmente esse trabalho me surpreendeu, poder constatar que meus avós conheciam as histórias que vi na pesquisa foi muito importante para mim.
ResponderExcluirOlá Fernanda estou amando o seu trabalho,espero que pessoa de São Bento do Inhatá tenham oportunidade de ler e conhecer a riqueza histórica que aqui e contada.
ResponderExcluirOlá Fernanda estou amando o seu trabalho,espero que pessoa de São Bento do Inhatá tenham oportunidade de ler e conhecer a riqueza histórica que aqui e contada.
ResponderExcluirObrigada Luciana, meu objetivo é justamente que as pessoas de São Bento possam visualizar o blog, compartilhe por favor com a pessoas que você conhece.
ResponderExcluirÓtimo documentário Parabéns ��
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